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José Eduardo dos Santos destaca desempenho da CGG


Malabo - O desempenho e o papel da Comissão do Golfo da Guiné na concertação e conjugação de esforços dos estados membros para o combate e erradicação de crimes nas águas do Atlântico no Golfo da Guiné, bem como na sua prevenção, foram enaltecidos hoje, sábado em Malabo, Guiné-Equatorial, pelo Presidente da Republica de Angola José Eduardo dos Santos.
O chefe de estado angolano falava na cerimónia de abertura da 3ª Cimeira de chefes de estados e governos deste organismo africano que decorre em Malabo, na qualidade de presidente em exercício deste órgão, cujo seu mandato termina
Com
a realização desta cimeira, passando o testemunho para o seu homólogo da Guiné-Equatorial, Teodoro Obiang Nguema.
"Para reforçar esse desempenho são também imprescindíveis as contribuições de cada estado membro dentro das suas fronteiras terrestres e marítimas, uma vez que os perigos e ameaças que ocorrem no mar têm necessariamente o seu suporte em terra e aí devem começar por ser combatidas", defendeu o presidente José Eduardo dos Santos.
Adiantou que a
sumpção dessas responsabilidades por cada um dos nossos países fortalece-nos e capacita-nos para o melhor cumprimento das nossas obrigações e dos objectivos da Comissão do Golfo da Guiné.
O estadista angolano considerou que a cimeira dos estados membros da CGG ocorre num momento particular.
Disse que depois de se terem realizado a conferência de Luanda e a cimeira de Yaoundé, onde foram discutidas e equacionadas as soluções para as questões mais prementes que preocupam os países desta região e que têm uma grande importância para a economia mundial, é necessário estabelecer-se uma conjugação de esforços mais eficazes entre os países da África Central e Ocidental, da União Africana, do Atlântico Sul e das Nações Unidas.
"Nessas duas
importantes reuniões foi decidida a criação de mecanismos permanentes com vista a materialização das formas concretas de cooperação",
destacou.
Sublinhou que a CGG pode, neste contexto, desenvolver a sua acção no sentido de contribuir para a harmonização da actuação da SADC e da CEEAC, de modo a optimizar-se os recursos e a alcançar-se melhores resultados.
"É nossa opinião que a CGG deve considerar-se como uma organização aberta a adesão de outros países que aceitem os seus estatutos e se comprometam a  lutar pelos seus objectivos, conferindo-lhe assim maior abrangência e eficácia
em todo o espaço da sua jurisdição", referiu.
Afirmou que se essa intenção for acolhida pelos estados membros. Essa integração implicará a adequação do estatuto orgânico do secretariado executivo, que lhe permita cumprir as suas atribuições.
Integram a Comissão do Golfo da Guiné, Angola, Camarões, Congo Democrático, Republica do Congo, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Gabão, e Guiné Equatorial.





Fonte : ANGOP

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