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AN quer ajudar na reforma da Segurança Social

AN quer ajudar na reforma da Segurança Social


A vice-presidente do Parlamento, Joana Lina, assegurou nesta segunda-feira, em Luanda, que a Assembleia Nacional (AN) continua aberta ás contribuiçőes da sociedade civil, para, com elas, ajudar a solidificar o Sistema de Segurança Social.
Ao proferir o discurso de abertura da Mesa Redonda sobre Segurança Social em Angola, afirmou que estăo disponíveis "para transformar essa iniciativa num estudo pós acto legislativo" e complementar a reforma em curso, desde 2004.
Garantiu que os deputados da Assembleia Nacional estăo dispostos a recolher informaçőes necessárias para avaliar e, quiçá, balancear todo o percurso que a reforma tem produzido.
"Desta Mesa Redonda, a Assembleia Nacional espera colher informaçăo necessária para avaliar e quiçá balancear todo o percurso que a reforma sobre a Segurança Social, iniciada em 2004, tem produzido, quanto ao seu objecto", expressou.

Joana Lina considerou necessário registar os constrangimentos desse processo de reforma, de modo a adequa-los á nova realidade económica e social do país.
Disse que a iniciativa dessa Mesa Redonda, promovida pela
Comissăo da Assembleia Nacional, permitirá aos parlamentares aprender o que resta para complementar e solidificar o Sistema de Segurança Social em Angola.
"É nosso desejo que o Sistema de Segurança Social, que tem sido um dos mais dinâmicos pólos do nosso desenvolvimento económico e social, continue a ser o porto seguro das contribuiçőes dos trabalhadores", reafirmou.
Disse, por outro lado, que o investimento nos recursos humanos, nas tecnologias
de informaçăo e na modernizaçăo dos procedimentos concorre para o estágio de desenvolvimento do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS). Lembrou que, no plano institucional, a   criaçăo do INSS, o seu aprovisionamento com instrumentos e meios adequados impôs aos seus dirigentes a necessidade de inovar e prestar serviço público de qualidade, para contribuir no progresso do país.
A Mesa Redonda contou com a participaçăo de deputados da
Comissăo da Assembleia Nacional, responsáveis do Instituto Nacional de Segurança Social, líderes sindicais e de associaçőes empresarias, além de ONG.



fonte: Angop

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